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sábado, junho 06, 2026

Sonhanças no projeto Autor na Biblioteca

Tive uma manhã muito feliz na quarta-feira passada. 

Escritor convidado para a 21a edição do projeto Autor na Biblioteca, conversei com estudantes da escola estadual Carlo Casadio e com o público da biblioteca comunitária Espaco Saber, contei histórias pessoais e literárias, ouvi os poemas de meu livro Sonhanças sendo recitados e ganhei um bolo lindão com parabéns antecipado pelo meu aniversário, que seria um dia depois (4/6).





Também fiz a doação de exemplares de Sonhanças para o acervo da Biblioteca Pública Estadual e sorteei livros meus para os alunos. 

Para completar a festa, a BPE entregou à escola Carlo Casadio um kit com obras de diversos autores de Roraima. O material vai ampliar o acervo da sala de leitura.  

A recepção carinhosa foi organizada pela diretora da BPE, Kátia Drummond, a quem agradeço o convite para participar do projeto Autor na Biblioteca pela segunda vez em menos de um ano. A primeira foi para falar de Invernos e Cafés (poesias) e Bilhetes de Amores Perdidos (contos). 

Ter a oportunidade de falar sobre ser escritor em Roraima é algo muito bom e que deixa contente. Ainda mais em um espaço tão nobre como a biblioteca.

Além da Kátia, agradeço também a toda a equipe e ao público que colaborou para a lindeza da atividade. 

Sigamos sempre sonhando, sejamos todos sonhanças.

sexta-feira, maio 29, 2026

Chegou Sonhanças e suas poesias em banzeiro

Lancei ontem, 28 de maio de 2026, Sonhanças, meu nono livro, meu mais novo livro de poesias. 





Sonhanças é uma soma de banzeiros. Cinco tipos de banzeiros, escreveu o pescador e jornalista Timóteo Camargo, prefaciador e responsável por colocá-los na ordem em que estão na obra.





Tem banzeiro suave, com uma pegada amazônica-tranquila-sem pressa. Tem banzeiro com balanço de desejo.  O outro tipo é introspectivo. O quarto banzeiro é denso, feito de silêncios e cansaços. A quinta onda é puro desamor, continuidade, ambivalência e esperas. 





Sonhanças.  Inventei essa palavra para fechar e titular um dos poemas. Gosto dessa liberdade da escrita literária. Quem inventa poesia não liga para as normas da ABNT e afins.  

Gostei também de conversar com quem apareceu por acaso, com quem apareceu para ver outras coisas e aproveitou para pegar o seu exemplar. Mas gostei mesmo de conversar com quem foi ao Teatro Jaber Xaud do Sesc Mecejana focado em ter um Sonhanças para si. Muito agradecido pelo carinho. 






Sonhanças é dedicado aos meus filhos: a pequena libélula Lalai e meu menino grandão Edgarzinho. Também aos meus avós maternos: seu Edgar e dona Maria José. Pensando nos leitores, também lhes dediquei a obra, escrevendo assim: para todos aqueles que se fazem poesia no dia a dia.







Sonhemos e poetizemos sempre que possível. 

Sejamos todos sonhanças. 

Aproveitando, vejam esta entrevista com o Wirismar Ramos sobre o livro: 

terça-feira, março 24, 2026

Vou lançar um livro pelo Sesc Roraima

Gente, tenho uma notícia para alegrar a semana e ela vem do Sesc RR, que em breve

publicará o meu nono livro. 

É que fui o autor selecionado na categoria poesia da segunda edição do Concurso Literário Primeiras Linhas 2026 e o prêmio é a impressão da obra, que se chamará Sonhanças. 😀😊☺️

 


Os textos foram analisados por comissão composta por escritores, especialistas em literatura e críticos literários, selecionados em curadoria realizada por profissionais do Sesc.


Diz lá no resultado que o “critério para análise e seleção das obras inscritas foi o mérito literário reconhecimento da criatividade, originalidade e habilidade de um escritor em transmitir ideias e emoções por meio da palavra escrita”.

 

Estou muito contente. Fazia tempo, por conta das demandas de tempo do fucking doutorado, que não me inscrevia em concursos literários.


Quando soube deste, pensei que autores já publicados não poderiam concorrer, não li o edital, deixei de lado e já quase no encerramento passei pra Lis se inscrever. Ela declinou e apontou: “você pode sim participar mesmo já tendo publicações. Leia lá que está escrito”.


 

Duvidei, li, fiquei agoniado porque já estava quase no final do prazo, atrasei a tese atrás de poemas bacanas ainda não publicados, mandei, fiquei na expectativa e deu bom.











 

Estou bem feliz. É como sempre digo: o "não" está garantido e só ganha quem concorre.