Mostrando postagens com marcador cultura de Roraima. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura de Roraima. Mostrar todas as postagens

sábado, junho 06, 2026

Sonhanças no projeto Autor na Biblioteca

Tive uma manhã muito feliz na quarta-feira passada. 

Escritor convidado para a 21a edição do projeto Autor na Biblioteca, conversei com estudantes da escola estadual Carlo Casadio e com o público da biblioteca comunitária Espaco Saber, contei histórias pessoais e literárias, ouvi os poemas de meu livro Sonhanças sendo recitados e ganhei um bolo lindão com parabéns antecipado pelo meu aniversário, que seria um dia depois (4/6).





Também fiz a doação de exemplares de Sonhanças para o acervo da Biblioteca Pública Estadual e sorteei livros meus para os alunos. 

Para completar a festa, a BPE entregou à escola Carlo Casadio um kit com obras de diversos autores de Roraima. O material vai ampliar o acervo da sala de leitura.  

A recepção carinhosa foi organizada pela diretora da BPE, Kátia Drummond, a quem agradeço o convite para participar do projeto Autor na Biblioteca pela segunda vez em menos de um ano. A primeira foi para falar de Invernos e Cafés (poesias) e Bilhetes de Amores Perdidos (contos). 

Ter a oportunidade de falar sobre ser escritor em Roraima é algo muito bom e que deixa contente. Ainda mais em um espaço tão nobre como a biblioteca.

Além da Kátia, agradeço também a toda a equipe e ao público que colaborou para a lindeza da atividade. 

Sigamos sempre sonhando, sejamos todos sonhanças.

terça-feira, maio 26, 2026

Livros e literatura na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura

Participei semana passada no Espírito Santo da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, organizada pelo Ministério da Cultura. Fui representando o Coletivo Caimbé, grupo que criamos em 2019 para trabalhar com literatura, leitura e artes integradas. Levei na mala alguns livros de minha autoria para ver se trocava por outros lá no evento. Deu certo. 

O primeiro intercâmbio rolou com o rapper, pesquisador e produtor cultural Dudu de Morro Agudo, quem conheci em 2013 no Fórum Onda Cidadã 10, promovido pelo Instituto Itaú Cultural na Fundação Casa Grande, em Nova Olinda (CE). Entreguei exemplares de Invernos e Cafés, Manhãs e Ventanias e Bilhetes de Amores perdidos para fortalecer o acervo do Instituto Enraizados, lá em São Gonçalo (RJ). Dudu me presentou com uma copia da Cartografia do hip hop de Nova Iguaçu. 

 Outra troca bacana rolou com o poeta e editor Mano Zeu, da editora Kapivara Kartonera, sediada em Foz de Iguaçu (PR). Passei cópias dos meus livros e ele me presenteou com as obras Cinquentinha, de sua autoria; Sorria,... a grana de seu vizinho não é mais verde. É a sua miopia, de Perla Gomes; e Colcha de Retalhos, de Wesley Denlio. 

Outra troca bacana foi o poeta cearense Reginaldo Figueiredo, que me autografou a obra Apaziguá-la e levou Manhãs e Ventanias para o sertão.

Por fim, encontrei Márcia Cavalcante, do Instituto Cirandar, pessoa que não via desde os tempos que fizemos parte do Colegiado Setorial do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, ainda na gestão Dilma Rousseff, e lhe passei cópias de Invernos e Cafés e Manhãs e Ventanias para incrementar o acervo de sua biblioteca em Porto Alegre. 

Assim, entre trocas e presentes, botei meus livros para voarem Brasil afora. 

Sobre a teia: Com o tema "Pontos de Cultura pela Justiça Climática", a Teia reuniu agentes comunitários, povos tradicionais e gestores públicos de todo o país para celebrar a diversidade e debater cultura e emergência climática. 


Os pontos são os grupos e entidades culturais que desenvolvem ações artísticas e comunitárias em seus territórios. 

Passaram a ser reconhecidos pelo Ministério da Cultura em 2004, com a criação do Programa Cultura Viva, que se tornou a Política Nacional de Cultura Viva com a Lei nº 13.018/2014. Hoje, já são mais de 16 mil pontos certificados país afora.

O Coletivo Caimbé é um destes pontos de cultura certificado pelo MinC. 

O evento teve a presença do presidente Lula e da ministra da Cultura Margareth Menezes.  Eles assinaram o decreto de reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) e a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares.



Além disso, também foram assinadas as portarias que regulamentam a Rede Nacional de Mestras e Mestres das Culturas Tradicionais e Populares e o Programa Festejos Populares do Brasil.

Saiu essa matéria no site Informe Popular listando todos os participantes de Roraima na 6a Teia: 

Delegação de Roraima participa do V Fórum Nacional Cultura Viva durante a 6ª TEIA Nacional


Roraima terá representação no V Fórum Nacional Cultura Viva, realizado nos dias 19 e 20 de maio, em Aracruz (ES), dentro da programação da 6ª TEIA Nacional. A delegação reúne representantes de pontos e pontões de cultura, coletivos culturais, agentes e articuladores da rede Cultura Viva no estado.

O principal foco da delegação será a participação no V Fórum Nacional

Cultura Viva, espaço de debate e construção coletiva de propostas para a Política Nacional Cultura Viva (PNCV). Nesta edição, o tema será “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, com discussões sobre cultura, território, sustentabilidade e fortalecimento das políticas culturais comunitárias.

Delegados e Representações de Roraima no Fórum Nacional

● Pontão Grande Roda de Boa Vista — Arlisson Sousa

● Pontão Cultura Roraima — Beatriz Brooks

● Ponto de Cultura Ambiental Comunidade Encena — Orlando Moreno

● Coletivo Confluência Roda de Prosa — Catarina Ribeiro

● ASIMUTRR — Meiry Sherlock

● Comissão Nacional de Pontos de Cultura (representação estadual) — Mário Moura

● Ponto Anarie Amazônia (Escola Forrozão) — Thayla Moura

● Ponto Xamego na Roça — Sabá Moura

● Associação Canoa Cultural — Manoel Rolla

● Ponto Afatabe — Emília Alzira

● Ponto Coletivo Ritmizando — Dorsyrene Sanchez

● Ponto Erupção Crew — Marcos Pereira

● Ponto Raízes Brasileira – Escola de Capoeira — Dagoberto Caimbé

● Ponto Coletivo Caimbé — Edgar Borges

● Ponto Grupo Folclórico Coração do Sertão — João da Cruz

● Ponto IRDESC — Magdiel Araújo

● P.C Traviarca — Ghenn Wapichana

● Ponto Ulisses Manaças — Job Martins

● Ponto Grupo Cruviana — Gabriel Pinheiro

● Ponto Associação Harmonia e Ritmo — Telmira Santos

● Ponto Criart Teatral — Elivelton Lima

Participação de Roraima na Mostra Cultura Viva

Além da participação no Fórum, representantes de Roraima também integrarão outros espaços da programação da 6ª TEIA Nacional.

As agentes culturais Anna Kely Macuxi e Lillyan Cadete participarão do Encontro Agente Cultura Viva. Já a comunicadora Fernanda Brito, coordenadora da Meta de Comunicação e Divulgação do Pontão Cultura Roraima e do Pontão Grande Roda Boa Vista, foi selecionada por edital para compor a equipe de Comunicação Colaborativa da TEIA Nacional.

Cristina Andrade, integrante da equipe do Pontão Cultura Roraima, participará do Encontro Nacional dos Pontões de Cultura.

Na Mostra Artística, Roraima será representada pela Cia de Dança Afro Nganga Nzila, do Ponto de Cultura Afatabe, selecionada por edital para integrar a programação cultural do evento.

O estado também terá participação na área de Economia Criativa e Exposição de Produtos com a Colab Cruviana, iniciativa vinculada ao Ponto Grupo Cruviana e selecionada por edital.

Outro destaque será a participação de Jacildo Bezerra, representante do Governo de Roraima, no Fórum dos Secretários, espaço de articulação entre gestores públicos de cultura de diferentes estados e municípios.

A programação da 6ª TEIA Nacional reúne representantes de todo o país em atividades culturais, rodas de conversa, apresentações artísticas e encontros temáticos voltados ao fortalecimento da Cultura Viva no Brasil.

sexta-feira, maio 15, 2026

Meia-idade, literatura e (in)satisfações

Mês que vem completo 50 anos. 

É tempo que só. Nunca me vi nessa idade. Fui vivendo cada dia com a leveza de que poderia ser o último e tudo bem, o que como lado bom não gerou estresse com a idade e como ruim findou em não ter me preparado bem para as novas demandas etárias.

50 anos são cinco décadas. Tinha menos de uma e meia quando viemos para Roraima. Quem convive comigo sabe dos detalhes. Resumidamente: queria chances de estudar algo que me poupasse de trabalhar debaixo do sol depois que concluísse o ensino médio.

Consegui. Com certeza não aguentaria trabalhar fazendo esforço físico diário. Não aguento sequer fazer esforço mental todo dia no ar condicionado.

Sou um homem de meia-idade, vivendo o que chamam de “maturescência”, vulga fase das reflexões e arrependimentos. Para alguns, já sou um senhorzinho. Para outros, não pareço ter esta idade. “Parece bem mais”, argumentam e acredito.

Sou um escritor de meia-idade com autismo recém-diagnosticado. 

Oito livros de prosa e poesia publicados, mais um de poemas saindo final deste mês publicado pelo Sesc. Não vivo da literatura, mas a literatura vive em mim desde que era apenas um leitor nas casas onde vivi nas calles Progreso e Salias de Guasipati, a metrópole do sul venezuelano.

Para não ser esconde-jogo, já vivi coisas muito legais graças à literatura. Tanto pelas sensações que as leituras me trouxeram como nas atividades que desenvolvi ou participei desde 1997, 1998, quando comecei a participar de ações literárias. Ganhei dinheiro, troféus, lanchinhos, viajei por Roraima e pelas cinco regiões do Brasil, convivi com pessoas que nunca teria conhecido, beijei gente empolgada pelo que escrevo ou faço... Enfim, ampliei meu repertório de vivências de uma forma que só a arte poderia ter me permitido, incluindo a lida com escritores incomodados com as minhas realizações pessoais.  

Sou um escritor feliz, apesar de insatisfeito. Não sei bem o que quero, mas entre o que sei está publicar uns três livros a mais e viajar por e com eles. 

Em um quero tentar parecer bem-humorado. Percebi que na poesia sou, mesmo quando feliz, predominantemente melancólico e meio sombrio. Até tento escrever coisas engraçadas, mas não consigo. Consigo falar, mas não lembro de nada alegre quando vou redigir.

Sou um escritor taciturno de meia-idade com uma missão autoinfligida: tentar fazer um livro de poemas alegres e/ou engraçados. Não disse que será para todas as idades, mas que será mais leve. Também não disse que será censura livre.

Sou um escritor cansado. Só de pensar em direcionar energia para um tipo específico de poesia, cansei e a meia-idade já bateu com tudo.

quinta-feira, abril 30, 2026

E teve Sarau da Lona Poética na escola Hélio Campos

Depois de algum tempo sem ter, ontem (29/04) finalmente teve uma edição do Sarau da

Lona Poética. Junto com a turma do Coletivo Caimbé, fui para o Colégio Militarizado Senador Hélio da Costa Campos levar poesia e música com os escritores Zanny Adairalba e Willy Rilke e o rapper 7Niggaz.

Os alunos da escola também participaram, lendo poemas de sua própria autoria e dos livros que expusemos no auditório da escola.  Eu fiquei feliz voltando a exercer minha função clássica de MS, vulgo Mestre de Saraus.


Pro 7niggaz deixei o trabalho de ser MC. =)


Doamos várias obras para a escola: Manhãs e Ventanias e Invernos e Cafés (de Edgar Borges); Palavras em Preto e Branco (de Zanny Adairalba); e Entre Prosas e Risos – Rabiscos do Cotidiano e Poemas, além de Poemetos e outros rabiscos poéticos (de Willy Rilke).


(Se estiver interessado (a) em ler meus livros, tenho vários disponíveis na Amazon a preços bem em conta. É só clicar)


 Esta Lona Poética foi resultado de uma parceria entre os Pontos de Cultura Coletivo Caimbé e Anarriê Amazônia.


No dia 28 de maio haverá outra atividade na escola, desta vez somente comigo, fazendo uma roda de conversa sobre literatura, arte e ativismo cultural.

As ações integram a Chamada 01/2026 do Pontão Roraima, com propostas voltadas à Meta de Articulação e Mobilização.

 


terça-feira, abril 14, 2026

No Pro-LEEI com professores do Cantá

Participei no sábado passado (11/04) de um ciclo de atividades formativas do Pro-LEEI (Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil) com  professores do município do Cantá. 

Falei sobre literatura indígena e regional, sobre minha trajetória de escritor, li poemas de vários dos meus livros e contei duas histórias do povo Macuxi que tem os demiurgos Ani'ke e Inxikiran como personagens. 

Foi bacana. Havia 10 anos que não contava histórias. A última vez foi em novembro de 2016, em uma atividade organizada pelo escritor Cristino Wappichana no Sesc Pinheiros, lá em São Paulo.

Tive que reler novamente o livro "Onças, Antas e Raposas: mitos do povo Makuxi" para lembrar do roteiro que montei à época. 

Não fui tão mal na performance: recebi até convites para ir nas escolas do município contá-las, mas deixei todo acordo somente para o segundo semestre, quando  espero estar mais adiantado na redação da tese.

O convite e a articulação para ir ao Cantá foi da professora Luciane, a quem agradeço pela recepção na escola municipal Tia Ercília.

Obrigado também aos professores que compraram exemplares dos meus livros de prosa e poesia. 

O Pro-LEEI é uma iniciativa do MEC, integrada ao compromisso nacional Criança Alfabetizada, voltada à formação continuada de professores da educação infantil. O programa busca aprimorar práticas pedagógicas, focando na oralidade, leitura e escrita.

domingo, abril 05, 2026

Haicais do Manhãs e Ventanias no espaço Café com Paz

 Meu livro de haicais Manhãs e Ventanias chegou neste sábado ao espaço Café 


com Paz, ali no bairro Caimbé, reunindo amigos e leitores em torno de uma conversa sobre a vida e a literatura roraimense.

Do lado de fora, as chuvas de abril. Dentro, leitura de poemas, a escrita coletiva de uma poesia sobre o nosso amigo Café e uma roda de conversa que abrangeu o mundo: bandeiras dos estados, história de Roraima, discussão sobre identidades e identificações, significados dos haicais e das ilustrações, quadrinhos latino-americanos,  autismo e as histórias dos povos originários da região.

Tudo isso com sorrisos, sorteio de livros e um clima frio que a partir de agora será o novo normal por alguns meses aqui no meio do mundo.

Obrigado à Márcia, dona do Café com Paz, pela recepção, obrigado a todos os que apareceram para esta manhã tão bonita de trocas e lançamento de minha oitava obra.




Obrigado também à escritora Mariane Level pela gentileza em trocar a sua nova obra, intitulada O parque, pela minha.


Continuando a divulgação de Manhãs e Ventanias, no dia 8 de abril, às 19h30, farei uma live no meu perfil no Instagram para leitura de poemas e interação com o público.

Depois estarei na escola estadual Maria Sônia de Brito Oliva, com as atividades voltadas apenas para os alunos. 

Todas as atividades têm a parceria do Coletivo Caimbé.

O livro Manhãs e Ventanias tem ilustrações de Ed Alicates, prefácio do poeta Joakim Antônio , design de Carol Alcoforado e assessoria editorial de Zanny Adairalba e Timóteo Camargo.


O poema coletivo que o pessoal montou. Quem estava na hora da redação fez um verso. O meu é o final

Pode ser adquirido em formato físico comigo ou na Banca Playboy, centro de Boa Vista, ou em formato digital na Amazon. 

Lis Barreto e o poema que lhe fiz

A obra é resultado de um projeto aprovado em edital da Fetec e a Prefeitura de Boa Vista, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), Ministério da Cultura e Governo Federal.

sexta-feira, novembro 21, 2025

Na TEIA Roraima, o Fórum Estadual da Rede de Pontos de Cultura de Roraima

Participei nesta quarta e quinta (19 e 20/11/25) da TEIA Roraima, o Fórum Estadual da Rede de Pontos de Cultura do estado.



Fui, juntamente com a escritora Zanny Adairalba, representando o Coletivo Caimbé, grupo que criamos em 2009 para trabalhar com literatura e artes e que se tornou ponto certificado há alguns anos.




O fórum deliberou 10 ações prioritárias, sendo uma referente ao tema central da TEIA nacional (“Pontos de Cultura pela Justiça Climática”) e nove ações distribuídas nos seguintes eixos temáticos: Plano Nacional Cultura Viva +10 e Estratégia Brasil 2050; Governança da Política Nacional Cultura Viva; e Cultura Viva, Trabalho e Sustentabilidade da Criação Artística.




As atividades aconteceram na Universidade Federal de Roraima e no prédio da Secretaria Estadual de Educação. Foram dois dias de debates e trocas interessantes com os demais ponteiros de Roraima.

Além de discutir as propostas, também foram eleitos 22 delegados estaduais para a TEIA nacional, prevista para março de 2026 no Espírito Santo. Sou um deles.

A última TEIA aconteceu em 2014, no Rio  Grande do Norte. À época não éramos ponto de cultura no Coletivo Caimbé, mas eu era integrante do Colegiado Setorial de Literatura, LIvro, Leitura e Bibliotecas e participei como convidado. 

É um encontro potente. Lembro que nele conheci a produtora cultural e doutora das artes Deni Argenta, iniciando uma amizade que existe até hoje. 

quarta-feira, outubro 29, 2025

Outubro de muitas atividades culturais e literárias, outubro fora de casa

 O mês de outubro foi um mês culturalmente agitado para mim. Quer dizer, não é que o mundo ficou de ponta cabeça, mas como não costumo fazer muitas coisas fora de casa ultimamente, considero agitado.

Tudo começou com a realização do VIII Encontro de Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima, o Epilirr. As atividades foram de 1º a 3 de outubro, no Centro Amazônico de Fronteira e no Instituto Insikiran da Universidade Federal de Roraima (UFRR). No último dia foi lançado um livro com artigos e depoimentos relacionados às edições passadas. Ajudei a professora Ananda Machado a organizar a obra, além de ter colaborado na produção e realização do evento.





Na segunda semana do mês, especificamente de 6 a 9, estive em quatro escolas fazendo rodas de conversa com estudantes sobre literatura, a poesia e meu livro mais recente, "Invernos e Cafés".

A programação foi aberta na Escola Estadual Ayrton Senna e seguiu com visitas às escolas Olavo Brasil Filho, Gonçalves Dias e ao campus Boa Vista do Instituto Federal de Roraima (IFRR).














Durante os encontros, os estudantes recitaram poemas do Invernos e Cafés e poemas de sua própria autoria. Além de ter deixado livros para os acervos de cada escola, fiz sorteio de exemplares para os participantes. Postei algumas das performancesdos alunos da escola Gonçalves Dias no Youtube.

As conversas foram a contrapartida social do projeto de impressão de "Invernos e Cafés", selecionado no edital da Lei Paulo Gustavo 2024, da Secretaria Estadual de Cultura. Também como contrapartida, doei 300 exemplares da obra para a Secretaria Estadual de Cultura e Turismo (Secult), que fará a distribuição em escolas e bibliotecas públicas do estado.

(Portanto, se você é de Roraima e quer fortalecer a biblioteca de sua escola com os meus livros e de outros autores de Roraima, entre em contato com a Secult para receber sua doação.)

No dia 18 estive na Cidade Santa Cecília, município do Cantá, participando da pré-TEIA, um encontro dos pontos de cultura de Roraima. Fui representando o Coletivo Caimbé. A atividade serviu como preparação para a TEIA, que será na segunda quinzena de novembro durante dois dias.




Finalmente, na sexta-feira, 24 de outubro, passei a manhã na Biblioteca Estadual de Roraima conversando com estudantes do 6o ao 8o ano do Colégio Estadual Militarizado Professora Maria Nilce Macedo Brandão, bairro Cauamé. O encontro foi a 13ª edição do projeto Autor na Biblioteca (aqui tem um vídeo). Falei um pouco de mim, sobre as obras que já publiquei, perguntei muitas coisas deles, li uns dois poemas, eles leram vários do livro Invernos e Cafés, rimos um pouco e no final todo mundo que participou da atividade pegou um autógrafo deste autor.






No instagram e no facebook tem mais fotos de tudo o que que falei antes. Se quiserem ver, cliquem aqui e naveguem lá.

No meio destas, para mim, muitas atividades, retomei a redação da tese, que andou enfrentando uma fase de abandono enquanto terminava de fazer as entrevistas programadas na metodologia; voltei a fazer fisioterapia para dar conta das dores da fascite plantar (que parece ter ido parar também no pé esquerdo); terminei de preencher e enviei à Secult meu relatório do projeto do livro Invernos e Cafés; consegui colocar a obra para venda na Amazon (para comprar é só acessar este link); e continuo sendo pai motorista do Edgarzinho no leva e traz de seus cursos de inglês e agora Libras. Ah, e dei uma folga dos treinos de corrida para ver se reduzia a inflamação enquanto não começava a fisio.

Ah, quase esquecia: também fui prestigiar os lançamentos das obras dos escritores Jeane Xaud, que lançou seu primeiro livro de poemas, chamado Ancoragem, e Willy Rilke, que lançou sua segunda obra, Entre prosas e risos: rabiscos do cotidiano.