quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Das mudanças físicas e virtuais





Velho apartamento de muitas vidas


E algumas tantas histórias

Em que caixa guardarei

O restante das memórias? 

segunda-feira, fevereiro 19, 2018

Uma postagem para colecionadores de actions figures


Em janeiro uma amiga viajou para os Estados Unidos, rodou uns 20 estados e na volta, toda gentil, trouxe em sua bagagem alguns bonequinhos que comprei na Amazon e mandei deixar na casa de uma amiga dela.

Vieram umas actions figures do Batman (principalmente do morcegão usando armaduras - adoro demais) e uma do Wolverine versão Logan Old Man. 

Antes de guardá-las (ainda não comprei a estante  não quero deixar pegando poeira) fiz algumas fotos das actions e postei no meu perfil no instagram, trocinho que criei dia desses. 

Vou compartilhar aqui também por motivos de ter achado bonitas as fotos e para poder lembrar um dia lá na frente do tempo em que não tinha estante e falava isso para vocês. 

Vamulá. Primeiramente, inspirados em Batman - cavaleiro das trevas, clássica e fodástica HQ de Frank Miller lançada em 1986, temos o morcego já bem idoso, numa armadura que inspirou a do filme Batmam Vs Superman, e o  Líder mutante:

Batman, o velho irritado...





Líder, o chefe da gangue Mutante, esperando o Batman pra ver quem ganha o combate.




O grande encontro, versão Frank Miller: Batman e Líder Mutante.





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Estas outras três são de actions que já estavam na coleção. Fiz as fotos e as legendas para postar no instagram (e no Twitter). 

A do Thanos foi temática: especialmente produzida para o Valentine's Day 2018. 

Já a do Coisa e do Rhino, tudo da linha Marvel Select, foi um reaproveitamento de foto antiga, feita por Zanny Adairalba:


Durante um passeio no mato, você escuta um barulho, olha pro lado e vê um cabra feio como o Abominável à espreita... Não sei vocês, mas eu possivelmente me molharia (no mínimo).






Tá no jornal: a turma quebrou tudo numa confusão no baile de carnaval.






- Uma flor para uma flor.

-Ah, Thanos, você é tão romântico




Para fechar, uma visão do "estúdio" que montei para tirar as fotos das actions com um fundo neutro. Tudo bem profissa...hahaha Só na base da improvisação com um pedaço de EVA e a luz da minha luminária artesanal. Esse branco aí uma sacola de plástico que usei como difusor...




Fazendo pose, uma action inspirada na animação The New Batman Adventures


Para ver outras postagens com mais bonequinhos de minha coleção, dá um clique aqui. 


quinta-feira, fevereiro 08, 2018

Sobre a estratégia identitária em um dos meus poemas


Cês lembram já falei para vocês que vou ser mestrando agora em 2018, né? Chegar nesse estágio da minha vida foi um sacrifício. Pensar cientificamente é um problema e chega a me deixar meio deprimido, como contei numa noite em que deveria estar escrevendo um artigo e findei relatando como não conseguia fazer o dito cujo. 

Como parte da preparação para incorporar o status de aluno de mestrado, participei esta semana de uma reunião com professores e outros futuros alunos do Programa de Pós-graduação em Letras da UFRR. Foi na segunda (5), no auditório do PPGL. Basicamente fomos lá para receber orientações sobre como proceder no curso, da matrícula aos prazos, passando pelas responsabilidades acadêmicas. 

Também recebemos um manual impresso e vários livros produzidos pelos professores e ex-alunos do programa. Folheando-os, encontrei um artigo escrito pelo professor Roberto Mibielli, atual coordenador do PPGL, com um título bem chamativo: “Babel que Boa Vista comeu: poesia e estratégia identitária na gênese do Roraimeira e nos poetas da atualidade”. 






 Como minha pesquisa vai passar por isso da estratégia identitária, fui verificar o que ele havia escrito. O texto analisa textos de vários escritores de Roraima, como Avery Veríssimo, Francisco Alves e Sony Ferseck. De repente, vejo lá meu nome no meio do povo e a análise do poema “Relatividade”. 

Sentei e fui ler calmamente o que o profxs havia entendido sobre o texto. No meio da leitura lembrei que em 2014 estava participando de um evento literário e o escutei numa mesa redonda falando sobre esse poema. A audição rendeu uma postagem, que pode ser conferida aqui, inclusive com minhas impressões sobre as impressões dele.  

Deixo aí com vocês imagens das páginas nas quais sou citado, analisado e contextualizado pelo professor. Se clicarem, as imagens se ampliam. 

Quem tiver interesse em adquirir o livro “Estudos de Linguagem e Cultura Regional: regionalismo e interdisciplinaridade” pode fazê-lo na livraria da UFRR, que funciona em horário comercial no campus Paricarana, ou pedi-lo pela página web da editora.  






Faltou acrescentar no livro a interrogação final do poema. Nada que um lápis não resolva






Sabe o que seria legal? Que vocês lessem o poema e deixassem suas análises aí nos comentários. Só para ver se encaixam ou não com a do professor Mibielli. Eu ia gostar.