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segunda-feira, agosto 31, 2026

Memórias de corredor: na quarta edição da Corrida Patrulha Maria da Penha

Sábado passado (29/08/26) fiz 5 km na quarta edição da Corrida Patrulha Maria da Penha - Boa Vista, parte da programação do “Agosto Lilás”, campanha de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher.





Largamos entre 17h35 da frente da Secretaria Municipal de Segurança, na avenida Capitão Júlio Bezerra, dobramos em seguida na Santos Dumont rumo à Brigadeiro Eduardo Gomes, voltamos quase no final e pegamos de novo a Júlio Bezerra sentido Centro. Em algum ponto retornamos e finalizamos na frente da secretaria. 



Corri uns segundos ao lado da Maria Marciana, quem estava puxando uma amiga e comentou que a moça estava exagerando, indo num pace abaixo de 5’  por km. Dei uma segurada para não cansar antes do tempo, tentei seguir o Marcos Silva, de meu grupo de corrida Desafiando Limites, mas não deu. No final tomamos fotos juntos mais o José Augusto Coelho e o Domingos, do Jabutis.





Na primeira edição desta prova participei caminhando. Não teve inscrição oficial nem medalha. Mesmo assim umas 400 pessoas participaram em 2022.

Desta vez teve inscrição paga. Foi barata até, levando em conta a inflação no valor das provas. Só por isso me prontifiquei. Quem me avisou foi minha colega Meire Souza, a mais veloz da turma VMC 91. 

Fiz os quase 5 km em 25 minutos e 1 segundo. Digo quase porque o relógio registrou 4.960 metros. 

A meta era concluir entre 26 e 27 minutos. Fui bem, acredito. 

Depois da prova fui comer empanada com Lis Barreto, a namorada videomaker mais animada da tarde. Ela até aparece na foto abaixo (de azul).

Ao chegar no carro pegamos um susto ao perceber que o havíamos deixado aberto e com os vidros abaixados durante duas horas na avenida. Não levaram nada, felizmente. Até porque não tem o que levar além das promissórias.

Esta foi a sétima prova de 2026, com o pé doendo cada vez menos, e a 87ª desde março de 2022, quando entrei neste mundo só porque queria uma coleção de medalhas.

Dito isso, vamos fazer militância:

A Patrulha Maria da Penha é um serviço especializado de policiamento voltado para a proteção de mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

Querendo ativá-lo, use um destes canais:

Telefone da Guarda Civil Municipal: (95) 98414-4413 – atendimento 24 horas.

Aplicativo BV Protege: disponível para download na App Store e no Google Play.

segunda-feira, julho 13, 2026

Mais uma 9 de Julho sofrida e concluída

5a participação na Corrida 9 de Julho. 10 km sofridos, com mais sol, mais peso, mais machucados e menos treinos do que no ano passado. 



Caminhei umas 3 vezes, pensei muito sobre a razão de voluntariamente pagar para correr às 17h nas ladeiras da Ville Roy e segui, pois já estava lá e ainda havia fôlego. 

Custei a terminar essa prova. Foi bem extenuante. Ainda bem que consegui sempre pegar dois copos de água para jogar sobre a cabeça e baixar a temperatura do corpo. Era isso ou pifar por esquentamento.

Corri seguindo e sendo seguido pelo meu colega Dalcides Junior, o mais veloz do Doutorado Educanorte; Na Ville Roy fui ultrapassado facilmente pelos bem treinados Márcio Rosa e Edson Negão (este, inclusive sempre deixa para fazer isso na ladeira da Amoca e vai embora como se estivesse passeando). 


No sprint final, Charlenny Gomes apareceu voando na chegada e entrou no meu vídeo feito pela Lis.

Pelo meu aplicativo e pelo relógio da chegada, Dalcides e eu terminamos com um tempo de 56 minutos e alguns segundos, mas o resultado da Fetec disse que foi com 59 minutos. Botou praticamente 3 minutos a mais na nossa conta. Na nossa e na de muitos outros corredores. 

No outro dia corrigiram o resultado: fiz a prova em 56min27seg. Dalcides chegou cinco segundos à frente.



Além da cronometragem mal feita, o lanche de chegada foi o pior de todos os anos: uma banana e uma barra de chocolate ruim. Pelo menos tinha água no trajeto. O mínimo foi feito. Amém. 

O melhor do dia foi finalmente ter recebido minha caneca de café da equipe Desafiando Limites RR . Meu momento de glória chegou e foi melhor que pódio. Valeu, Mingal, Lizandra e Marcos. É muito bom ser reconhecido. 




quinta-feira, junho 11, 2026

Pegando chuva na corrida da Femarh

Domingo (7/6) foi dia de acordar de madrugada para participar da 7a edição da Corrida da Femarh,com saída no estacionamento do estádio Canarinho e subidinhas na avenida Getúlio Vargas.

Fui com a meta de fazer 5 km em até 27 minutos. Deu certo, mesmo sentindo o corpo bem pesado e fechei em 26'07''. Fui o 59° dos 557 da categoria geral.

Prevista para começar às 6h, a corrida largou por volta das 6h20. A chuva que começou a cair ainda entre o primeiro e segundo km ajudou a controlar a temperatura corporal (mesmo assim joguei água fria da garrafinha várias vezes no rosto para refrescar ainda mais). 

A chuva também fez aparecer um monte de poças na pista e na área de concentração, trazendo aquele medo de escorregar ou cair em um buraco. 

Quando cheguei só fiz tirar fotos com o povo da minha equipe, a Desafiando Limites RR, e fui embora comprar um mungunzá, colocar uma roupa seca e enfiar os pés no gelo. 

O kit da corrida foi presente de minha amiga Meire Souza. Nos conhecemos desde 1991, quando cheguei em Boa Vista. Como eu, Meire virou corredora depois dos 40. Já fez várias meias maratonas e não deixa passar uma prova em Boa Vista.

Esta foi a minha quinta prova no ano e a 85ª desde março de 2022.

quinta-feira, maio 07, 2026

Correndo no Distrito Industrial no 1º de Maio

No dia primeiro de maio fui até o Distrito Industrial de Boa Vista bem cedo para correr 10 km.

Deixei uns pedaços  de pulmão por lá, senti dores de quem engordou e perdeu mais massa muscular, senti calor, cansaço e arrependimento por estar forçando o corpo apenas para ganhar uma medalha, segui e terminei abaixo de 53 minutos, exatamente a meta para a prova: a 2a Corrida Nacional do Sesi, edição Boa Vista. Um dia depois saiu o resultado oficial com as colocações e descobri que fiquei em quarto lugar na categoria 50-59 anos.

 

Dormi mal na véspera, acordei bem antes de 3h50 e 5h10 estava na largada, que seria às 6h mas o povo atrasou quase meia hora o começo.  Sorte que estava um pouco nublado, o que não significa frio jamais. O sol queimou, mas de leve, só avermelhando.

Durante a prova me perguntei várias vezes se valia a pena o esforço de largar o pulmão na pista. Isso de não participar mais de tantas provas, de ainda estar ruim do pé e dos valores altos das inscrições me tira o ânimo de sofrer.

Enfim, deu bom o objetivo do dia, apesar do tanto de ladeirinha que teve no trajeto para atrapalhar.


Fora o atraso, foi bacana o final: havia água, banana, sorvete e isotônico para a turma dos 10 km repor a alma.

segunda-feira, março 30, 2026

Retornei aos 12 km

Domingo passado, 29 de março de 2026,, depois de 14 meses de estar com uma fascite plantar insuportável, corri 12 km novamente. Gostoso demais, numa manhã nublada (não disse com menos calor) voltar a percorrer essa distância. 


Meu retorno Foi na Live Run Boa Vista, com uma inscrição que ganhei de cortesia por ser jornalista
😍, cancelei porque depois apareceu uma viagem nesta data 😵💫 e refiz quando a viagem foi adiada 🤪

Fui com a meta de fazer em até 1h05. Completei em 1h02min35seg. Fiquei orgulhoso de mim, principalmente porque senti que se tivesse mais um km poderia fazê-lo de boas.

O melhor de tudo é que nesta segunda a patinha quebrada não amanheceu pior do que no sábado. Isso me deixa muito contente porque talvez seja finalmente a cura chegando.  



191 homens participaram da prova nessa distância. Fui o sexto dos 16 inscritos na categoria 50-54 anos e o 72º a atravessar o portal da chegada, montado na avenida Capitão Ene Garcez, de onde saímos rumo ao Paraviana pela Brigadeiro Eduardo Gomes, depois indo e voltando pela praça do Chico do Carneiro com uma parte na avenida Minas Gerais, Brigadeiro novamente e retorno na rotatória do aeroporto.

Apesar de ser uma manhã fresquinha, a temperatura corporal aumentou muito e só aguentei porque vinha jogando muita água no corpo.





Achei engraçado o tanto de gente que me ultrapassou, demonstrando total desrespeito com os senhores de idade machucados. 🫠

No final até consegui dar um tiro, mas um Pantera Negra novinho dos pernão 🐈
passou direto por mim e reivindicou seu Wakanda. 

Peguei minha medalha, socializei com o meu povo da minha equipe Desafiando Limites RR e voltei logo com a Lis pra casa. Para me acompanhar nos preparativos e nos pós-prova, a bichinha acordou 3h30, estragando seu sono domingueiro. 

segunda-feira, fevereiro 09, 2026

Um pódio nos 10 km da maratona de Boa Vista (OU: meu momento de glória chegou)

Sábado, 7 de fevereiro, acordei 3h30 para me arrumar e começar a correr às 5h52 o percurso de 10 km na Maratona Internacional de Boa Vista 2026. 

A meta era terminar no máximo em 55 minutos. Fiz melhor. 

Apertei o passo logo desde o começo, faltou ar desde o começo, vi gente passartranquila por mim, tive dor desviada, suei muito apesar do horário e do ventinho gostoso da manhã quando batia de frente, pensei na vida, em como dormir é melhor do que correr, caminhei alguns segundos para poder retomar, dei um tiro para ultrapassar quase na linha de chegada um novinho que havia me ultrapassado sem eu perceber e consegui fechar a prova em 52min47seg, conquistando meu primeiro pódio: o terceiro lugar na categoria dos cabeça branca, quer dizer nos véio de 50 a 59 anos.

Meu pace médio foi de 5'17 por km, segundo o resultado oficial. Para quem nos treinos corre a 7' para evitar pancada forte na pata quebrada, acho que foi ótimo. 

Fiquei muito contente com a chegada de meu momento de glória corredora. 

Meu primeiro troféu veio depois de quase conseguir um pódio em duas ocasiões na prova Tepequém UP, logo uma das mais difíceis do estado. 

Na primeira parei para caminhar uns 20 segundos na última ladeira antes da reta final, já a menos de um km da chegada, e perdi o terceiro lugar para um atleta que vinha tranquilo e sem parar. 

Na segunda vez não sei como ficou a distância, mas perdi para o Ricardo, que tinha acabado de completar 40 anos (ou ia completar nesse ano) e pegou a terceira posição. Lembro que falei para ele: poxa, tu tinha tanto tempo para ficar velho e foi escolher logo este? Rimos e ele foi receber, merecidamente, pois corre muito e há mais tempo do que eu, o seu troféu. 



Bem, é isso: em duas provas neste ano ganhei dois destaques. Na da Runnner Team fiquei no Top 100 da categoria 7 km e nesta peguei o pódio. Se não fosse a fascite plantar, até sonharia em novas premiações, mas vou melhor seguir despacito nos meus treinos para ao menos conseguir terminar de boas e pegar minhas medalhinhas de participação. 



terça-feira, janeiro 27, 2026

Na 3a corrida Runners Team 2026

Domingo (25/01) fui para a minha primeira prova do ano. 


Amanheceu nublado e gostoso. Bom para acordar às 3h30 e ir fazer 7 km na estrada de barro e areia molhada do haras, do outro lado do rio Branco.

Fui pensando em 42 minutos. Fiz em 37'47 pelo aplicativo. Gostei.


O resultado oficial não foi liberado no dia por que deu a internet deu bug, conforma a organização avisou depois. Estou postando na terça e ainda não se sabe quem ganhou nas categorias e quem ficou nos TOP 100.


Voltando a falar da prova em si: apesar de nublado, o que ajudou a não sofrer com o sol, a umidade deixou a prova um pouco abafada na ida. Na volta foi vento contra, refrescando um pouco junto com a água do copinho que jogava na cabeça a cada momento.  


Não senti o calcanhar doer, só a dor de todo dia no meio do pé. Botei no gelo ao chegar em casa. Na segunda amanheceu com a dor normal de todo dia. As pernas pesaram pelo esforço. Correr na piçarra é bom, mas suga.











Quase dei bobeira:  não escutei a largada do povo dos 14 km e por pouco perco a dos 7 km. Por sorte decidi parar de aquecer e ir no pórtico perguntar o motivo de tanto atraso. Aí vi que estava já todo mundo posicionado e tentei não sair tão atrás, junto com o povo que sai filmando e sem pressa.


Deu meio certo e depois de atravessar a lombada da cronometragem o jeito foi driblar geral para avançar logo.

É a falta de costume de ir participar de provas. Outra mancada foi esquecer em casa os óculos de corrida.



Encontrei os amigos de meu grupo Desafiando Limites e outros, como o Silvio, a Mariane e a Meire.