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segunda-feira, março 30, 2026

Retornei aos 12 km

Domingo passado, 29 de março de 2026,, depois de 14 meses de estar com uma fascite plantar insuportável, corri 12 km novamente. Gostoso demais, numa manhã nublada (não disse com menos calor) voltar a percorrer essa distância. 


Meu retorno Foi na Live Run Boa Vista, com uma inscrição que ganhei de cortesia por ser jornalista
😍, cancelei porque depois apareceu uma viagem nesta data 😵💫 e refiz quando a viagem foi adiada 🤪

Fui com a meta de fazer em até 1h05. Completei em 1h02min35seg. Fiquei orgulhoso de mim, principalmente porque senti que se tivesse mais um km poderia fazê-lo de boas.

O melhor de tudo é que nesta segunda a patinha quebrada não amanheceu pior do que no sábado. Isso me deixa muito contente porque talvez seja finalmente a cura chegando.  



191 homens participaram da prova nessa distância. Fui o sexto dos 16 inscritos na categoria 50-54 anos e o 72º a atravessar o portal da chegada, montado na avenida Capitão Ene Garcez, de onde saímos rumo ao Paraviana pela Brigadeiro Eduardo Gomes, depois indo e voltando pela praça do Chico do Carneiro com uma parte na avenida Minas Gerais, Brigadeiro novamente e retorno na rotatória do aeroporto.

Apesar de ser uma manhã fresquinha, a temperatura corporal aumentou muito e só aguentei porque vinha jogando muita água no corpo.





Achei engraçado o tanto de gente que me ultrapassou, demonstrando total desrespeito com os senhores de idade machucados. 🫠

No final até consegui dar um tiro, mas um Pantera Negra novinho dos pernão 🐈
passou direto por mim e reivindicou seu Wakanda. 

Peguei minha medalha, socializei com o meu povo da minha equipe Desafiando Limites RR e voltei logo com a Lis pra casa. Para me acompanhar nos preparativos e nos pós-prova, a bichinha acordou 3h30, estragando seu sono domingueiro. 

terça-feira, janeiro 27, 2026

Na 3a corrida Runners Team 2026

Domingo (25/01) fui para a minha primeira prova do ano. 


Amanheceu nublado e gostoso. Bom para acordar às 3h30 e ir fazer 7 km na estrada de barro e areia molhada do haras, do outro lado do rio Branco.

Fui pensando em 42 minutos. Fiz em 37'47 pelo aplicativo. Gostei.


O resultado oficial não foi liberado no dia por que deu a internet deu bug, conforma a organização avisou depois. Estou postando na terça e ainda não se sabe quem ganhou nas categorias e quem ficou nos TOP 100.


Voltando a falar da prova em si: apesar de nublado, o que ajudou a não sofrer com o sol, a umidade deixou a prova um pouco abafada na ida. Na volta foi vento contra, refrescando um pouco junto com a água do copinho que jogava na cabeça a cada momento.  


Não senti o calcanhar doer, só a dor de todo dia no meio do pé. Botei no gelo ao chegar em casa. Na segunda amanheceu com a dor normal de todo dia. As pernas pesaram pelo esforço. Correr na piçarra é bom, mas suga.











Quase dei bobeira:  não escutei a largada do povo dos 14 km e por pouco perco a dos 7 km. Por sorte decidi parar de aquecer e ir no pórtico perguntar o motivo de tanto atraso. Aí vi que estava já todo mundo posicionado e tentei não sair tão atrás, junto com o povo que sai filmando e sem pressa.


Deu meio certo e depois de atravessar a lombada da cronometragem o jeito foi driblar geral para avançar logo.

É a falta de costume de ir participar de provas. Outra mancada foi esquecer em casa os óculos de corrida.



Encontrei os amigos de meu grupo Desafiando Limites e outros, como o Silvio, a Mariane e a Meire.




segunda-feira, novembro 24, 2025

Uns presos, outros correndo: circuito Sesc de Corridas - etapa Boa Vista

E no sábado (22/11/25),  dia em que o Bolsonaro foi preso preventivamente por tentar se livrar da tornozeleira eletrônica, eu participei do Circuito Sesc de Corridas - etapa Boa Vista. 

Largamos logo depois das 18h. Foram 5 km, saindo da frente do estádio Canarinho e subindo e descendo ladeiras no calor da avenida Getúlio Vargas. O que ajudou a sobreviver ao calor noturno foram os três pontos de hidratação e muita água no rosto e pescoço. 

Corri graças à lindona de minha amiga Meire Souza, quem gentilmente me presenteou com um kit. 

Muito agradecido demais da conta, moça mais rápida da turma VMC 91. 

A falta de participação em provas neste ano (a do Sesc foi a 10ª) me fez cometer um erro de iniciante e pausei o relógio na saída. Só percebi quando os aparelhos de todos ao meu redor começaram a bipar no primeiro km, menos o meu. Deu uma zanga, mas enfim... acontece.

Até o 3,5 km senti muita dor no calcanhar do pé direito. O restante da distância foquei em tentar não caminhar mesmo com o fôlego faltando. 

Comecei pensando em concluir num tempo entre 32 e 35. Fechei em 29'52. Achei bom para meu atual estágio de pessoa há quase um ano sofrendo de fascite plantar. Chegando em casa alonguei e enfiei o pé no gelo para ajudar a diminuir a inflamação do dia seguinte. Deu certo, mas ainda assim amanheci mal. 

Estou postando isto na segunda. A inflamação está dentro do de sempre, mas sinto uma dor no calcanhar. Essa é nova e apareceu na prova. 

É isso. Sigo no alongamento, na massagem diária do pé e no gelo. Sigo dolorido, mas posso sair pra correr, diferentemente dum povo com histórico de atleta por aí, que vai amanhecer vendo o sol quadrado.

segunda-feira, junho 09, 2025

Retornei ao mundo das corridas

E depois de quase sete meses finalmente voltei a participar das provas de corrida de rua em Roraima. Fiz logo duas no final de semana: o circuito Sunset Run da Caixa no sábado e o 6º aniversário do Grupo Superação Team no domingo.


Antes de resumir como foi a prova de sábado, registro meus agradecimentos especiais à corredora Julie Souza, que me presenteou com o kit do retorno por conta de meu aniversário no dia 4. Valeu muito 🤩🤩🤩!


Estava muito quente na largada, que foi às 17h, no estacionamento do GardenShopping. O sol bateu na cara quase que em todo o percurso, caminhei 2 ou 3 vezes para recuperar o fôlego e estava pesado pelos meses parado devido à fascite plantar e também pelo churrasco no almoço. 🥵🥵🥵🥵🥵

Poderia ter diminuído o ritmo? Sim, mas aí ficaria mais tempo no sol. Isto, no mínimo, me daria um câncer de pele. Melhor manter o pace e acabar logo com isso.

Hidratação: o ponto foi colocado logo após o primeiro km, não no meio da prova, como é o costume.

Nunca tinha visto isso. No tumulto, para não desacelerar muito tive que empurrar ligeiramente um moço que lerdou na hora de pegar seus copos. Na sequência, quando vi o muque do homi bati no seu ombro, disse "foi mal" e corri um cadim mais rápido antes que ele decidisse me bater.

Cabreiro de não ter outro ponto de hidratação, levei meu copinho até o 4,6 km, molhando o rosto e bebericando. Quem não fez isso se queixou porque ficou na sede.

Terminei molhado de suor e num tempo bem abaixo do pensado inicialmente. Gostei e fiquei surpreso com o tempo em que terminei a prova.

No domingo fui comemorar o aniversário de um geminiano gente boa que nem eu: o grupo Superacão Team, que celebrou seus 6 anos de existência fazendo uma prova de 6 km com lama, areia e clima nublado nas ruas da cidade Santa Cecília, no município do Cantá.


Nem deveria ter ido, pois a ideia é sempre deixar o pé repousar ao menos 24h depois  de correr, mas quando a minha antiga parceirinha de longões Suzete Santos disse que tinha um kit de presente pensei: ah, uma dor a menos, uma dor a mais...tanto faz. E fui (Porque não preciso de ninguém para me machucar. Eu mesmo faço isso 😈😈🫠🫠).



Como sempre, o percurso foi bom demais, misturando asfalto com areia e lama.







E que carinho com os participantes: três pontos de hidratação, frutas à vontade na chegada, café da manhã farto, sorteio de brindes, resultado na mesma hora... Um espetáculo de organização. 👏👏👏👏😊😊🥰🥰🥰. Que venham os 7 anos agora.





Corri seguindo e sendo seguido pela implacável Rosimeire Souza, a quem conheci no ano em que cheguei no Brasil e reencontrei nesse mundo das corridas. Chegamos eu em 27° e ela em 29° de 96 participantes da categoria Geral. Os coroas tão bem.

Quem não tá bem é o meu pulmão. Ainda falta muito para voltar ao nível de fôlego de 2024 e o bichinho sofreu. Ele e o coração, que estava fazendo tum-tum a mil enquanto eu tentava acelerar. Juro que ouvi uma voz gritando "ou tu para ou eu te paro, seu FDP!". 😬😬😬

O importante é que fiz duas provas com um ritmo bem melhor do que pensava atingir e que, gritem amém, irmãos, a fascite não está doendo mais do que num dia normal (chupa, lesão maledeta).

Agora é treinar para a 9 de Julho.

P.S.: se alguém quiser me presentear com kits de outras provas, é só vir. Sou facinho. 🫠🫠🫠🥹🥹🥹