Meu menino fez 18.
Eu fiz 18 vivenciando o menino.
Errando, acertando, rindo, estressando.
Levando e trazendo, criando e quebrando expectativas.
Tentando acompanhar, mostrando possibilidades, conversando, aconselhando, brigando, ouvindo, gargalhando.
O menino fala pouco e fala bem..jpeg)
Me surpreende. O surpreendo.
De tão pequeno cresceu tanto. Puxou à família da mãe. Pela minha, seria baixinho. Também teria menos pelos. Isso o deixaria feliz.
Seu tornozelo no banco de trás cabia na mão que lhe estendia enquanto dirigia. Não cabe mais há uma era e uma pandemia.
O menino era zinho, virou zão.
Tanta coisa a fazer ainda e o futuro é uma incógnita, caminhos de encruzilhadas.
O menino é meu supremo amor, minha angústia, voz e silêncio, cansaço e fôlego.
Somos silenciosos e ele ainda mais. .jpeg)
Somos também piadas condenáveis, sarcasmo e minha-nossa-senhora-de-onde-tu-tira-esses-comentarios?-se-tiver-céu-acabou-de-perder-de-novo-a-tua-vaga.
O menino tem seu jeito e eu espero que ache seu lugar neste mundo cada vez mais difícil de viver.
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