Gente,
tenho uma notícia para alegrar a semana e ela vem do Sesc RR, que em breve
publicará o meu nono livro.
É
que fui o autor selecionado na categoria poesia da segunda edição do Concurso
Literário Primeiras Linhas 2026 e o prêmio é a impressão da obra, que se chamará
Sonhanças. 😀😊☺️
Os
textos foram analisados por comissão composta por escritores, especialistas em
literatura e críticos literários, selecionados em curadoria realizada por
profissionais do Sesc.
Diz
lá no resultado que o “critério para análise e seleção das obras inscritas foi
o mérito literário reconhecimento da criatividade, originalidade e habilidade
de um escritor em transmitir ideias e emoções por meio da palavra escrita”.
Estou
muito contente. Fazia tempo, por conta das demandas de tempo do fucking
doutorado, que não me inscrevia em concursos literários.
Quando
soube deste, pensei que autores já publicados não poderiam concorrer, não li o
edital, deixei de lado e já quase no encerramento passei pra Lis se inscrever.
Ela declinou e apontou: “você pode sim participar mesmo já tendo publicações.
Leia lá que está escrito”.
Duvidei,
li, fiquei agoniado porque já estava quase no final do prazo, atrasei a tese
atrás de poemas bacanas ainda não publicados, mandei, fiquei na expectativa e
deu bom.
Estou
bem feliz. É como sempre digo: o "não" está garantido e só ganha quem
concorre.
A manhã desta quinta-feira (18/09/25) foi especial: recebi a comenda Orgulho de Roraima, concedida pela Assembleia Legislativa de Roraima, pelos serviços desenvolvidos na área do jornalismo.
Fiquei muito contente quando soube que seria um dos jornalistas homenageados, fruto de uma indicação da deputada Angela Portella. Confesso que havia anos queria receber um título desse tipo.
Atuo na área da comunicação desde 1998, quando ainda estava no terceiro ano do curso na Universidade Federal de Roraima.
Já fui repórter de jornal impresso, correspondente de revista, cronista e colunista cultural de sites e jornais locais e nacionais, professor universitário, assessor de comunicação de artistas, da Prefeitura de Boa Vista, da Universidade Estadual de Roraima e da Universidade Federal de Roraima.
Entre os homenageados havia muitos amigos, ex-colegas de trabalho, gente que conheço desde os seus primeiros empregos e inclusive alguns que foram meus estagiários.
Todos, com certeza, merecedores de serem considerados Orgulhos de Roraima.
Parabéns pra mim, parabéns pra gente. Que venham outras comendas, principalmente na área cultural.
Ah, e agora só respondo se me chamarem de Senhor Dom Comendador Edgar. hahahaha
Aqui você pode me ver recebendo a homenagem. O vídeo vai começar no momento em que começam a chamar os jornalistas, logo após os discursos da mesa.
RECONHECIMENTO
Jornalistas são homenageados com Comenda Orgulho de Roraima
Postado em 18/09/2025 Por Supervisão de Comunicação
A Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) realizou uma sessão especial em homenagem aos jornalistas do estado, com a entrega da Comenda Orgulho de Roraima. A solenidade, proposta pela deputada Angela Águida Portella (Progressistas), reconheceu a importância dos profissionais na defesa da liberdade de expressão, dos direitos fundamentais e na consolidação da democracia.
A deputada Angela Águida destacou a relevância da homenagem aos profissionais da comunicação. “Essa homenagem está sendo feita pela passagem do Dia do Jornalista, e é uma alegria para mim, tendo em vista que essa é uma missão muito nobre: comunicar, trazer informação e também ajudar as pessoas. Assim, elas têm a possibilidade de construir suas próprias opiniões. O jornalista chega em todas as casas, seja pela televisão, pela internet, e a gente está fazendo isso como reconhecimento”, afirmou.
Grazy Maia, vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas, destacou o papel essencial dos jornalistas em momentos críticos
A vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Roraima (Sinjoper), Grazy Maia, enfatizou a dedicação dos homenageados. “É uma grande satisfação estar aqui hoje, principalmente nesta data tão simbólica, em que se reconhece a luta diária de tantos profissionais da comunicação. São pessoas que acompanham o dia a dia da sociedade, exercendo um papel fundamental com senso crítico e compromisso com a verdade”, ressaltou.
Professor Maurício Zouein recebeu a homenagem na Casa Legislativa
O jornalista e professor Maurício Zouein também foi homenageado e ressaltou o significado da honraria. “Na academia, nos dedicamos a formar profissionais comprometidos com a ética e o bem comum. O jornalismo é uma profissão marcada pela doação constante, e quando somos reconhecidos dessa forma pelo povo e, em uma casa que representa o povo, o significado é imenso. Cheguei a Roraima em 1974 e receber essa homenagem da Assembleia Legislativa é um momento de profunda gratidão”, disse emocionado.
Luciano Abreu, homenageado, enfatizou o trabalho coletivo no jornalism
Outro jornalista homenageado, Luciano Abreu, valorizou o trabalho coletivo por trás da produção jornalística. “É muito bacana você receber um reconhecimento de anos de trabalho. Ainda mais porque não é um reconhecimento só do Luciano Abreu, é um reconhecimento de tanta gente. A gente que faz jornalismo faz com toda uma equipe, desde aquele cara que trabalha na limpeza até o diretor-geral. Hoje estou recebendo uma homenagem, todos eles também estão recebendo. Quero agradecer à Assembleia por esse reconhecimento”, frisou.
A solenidade contou também com a presença de autoridades e representantes de instituições ligadas à comunicação e à cultura. Participaram da sessão o vereador Bruno Perez (MDB), a vereadora Bárbara Falcão (Progressistas), o coordenador do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Roraima (UFRR), professor Felipe Collar Berni, o gerente de Jornalismo da Rede Amazônica, Marcos Cadidé, e a presidente da Academia Roraimense de Letras, Cecy Brasil.
Homenageados
Foram homenageados com a Comenda Orgulho de Roraima:
In Memoriam à jornalista Alexssandra Vaneza Ribeiro Targino (representada por sua irmã Michella),
Antonia Costa da Silva (representada pela filha Aynara),
O projeto Folhinha Poética publicou no dia 10 de março um poema de minha autoria. Foi o segundo deste ano.
A Folhinha é um calendário com poesias de gentes de todos os cantos. Fico feliz por fazer parte deste tipo de iniciativa.
Temporal é um poema que deve ter uns 10 anos de escrito, pelo menos. Gosto muito dele. Na época em que o escrevi, chegamos a gravar um vídeo em várias locações em Boa Vista. Este material depois foi exibido no festival de artes Yamix, que rolava em Pacaraima.
Saiu no dia 31 de janeiro a 31ª edição da revista digital de literatura LiteraLivre. A publicação completou cinco anos de atividades e centenas de autores publicados.
Estão de parabéns pelo trabalho e eu estou muito feliz por mais uma participação na revista, desta vez com um texto chamado “Um tanto de perguntas e algo de dúvidas”.
Boa notícia literária da tarde: minha crônica "Um tanto de perguntas e algo de dúvidas", escrita em 2021, foi selecionada para ser publicada na 31a edição da Revista LiteraLivre.
Esta foi a primeira seleção do ano. Ainda tem umas três ou quatro inscrições do ano passado que não divulgaram seus resultados. Tomara que novas boas notícias continuem chegando.
Gente, olha que felicidade: sou o escritor entrevistado desta semana no programa Autores e Livros, produzido pela Rádio Senado e veiculado em todo o país.
Conversei com o jornalista Anderson Mendanha sobre meu livro de poemas Incertezas no Meio do Mundo, sobre o ser escritor, minha ascendência indígena, temáticas e sobre a Amazônia como fonte de inspiração.
O programa Autores e Livros é uma revista literária com entrevistas com autores, poesias, dicas de livros e também notícias sobre o mundo da literatura e as últimas publicações do Senado Federal. Está disponível no site da rádio Senado e nas plataformas de podcasts às sextas-feiras.
Também é possível ouvir o programa aos sábados, às 17h, e domingos, às 9h, (horário de Brasília) pela Rede Senado de Rádio (no caso, em Roraima na Rádio Assembleia 98.3 FM ou https://al.rr.leg.br/radio-ale/).
Inclusive foi num domingo do primeiro semestre deste ano que conheci o programa, passando no rádio do carro enquanto estava na BR 174, quase chegando na ponte do Cauamé rumo à zona rural de Boa Vista. Gostei muito do formato e desde então escuto todo semana o podcast.
Em alguns momentos eu ficava pensando: cara, seria muito legal ser entrevistado no Autores... Aí aconteceu. Quando o Anderson perguntou se topava conversar fiquei muito feliz e surpreso com o convite. Parece até conspiração do universo ao meu favor, aqueles papos de quem deseja muito consegue e tal. Seja lá o que for, fica a dica: mentalize e faça por onde.
A semana fechou com uma felicidade literária: um poema de minha autoria foi premiado com o primeiro lugar na categoria Literatura/comunidade externa da Mostra Cultural do IX Fórum de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação Tecnológica (Forint) do Instituto Federal de Roraima (IFRR).
A premiação será um tablet. Estou feliz. Escrevi o poema em julho deste ano, pensando em como as pessoas querem forçar o “está tudo bem” nestes tempos estranhos de variantes e agonias.
Eis o poema:
Há normalidade
O relógio de ontem não é mais o mesmo Engasgo os minutos enquanto sinto esse sabor Esperando que tudo fosse um sonho E a normalidade reinasse E se a normalidade a reinar estivesse Que tudo se risse entre si E palhaços cambaleassem circenses na calçada É segunda, grita o meu vizinho ao seu café Não o acompanho, não acompanho ninguém Esta é a normalidade diária que sinto Me engole, me engasga, me abate Caio e finjo que continuo em pé Assim posso segurar os outros que caem Levantá-los e rir com eles Dizer-lhes que há normalidade nisso E que é isso mesmo Um dia de riso, uns dias de choro Engasgo, mas nego e digo que Há normalidade em viver assim Engolindo as horas Engolindo medos em dias sem fim
.........
Aqui é possível ver a forma bonita como o IFRR divulgou. Fizeram uma transmissão no YouTube e montaram um vídeo padrão Oscar para anunciar os ganhadores.
Achei muito bacana a estratégia. Clica para assistir, já está no ponto no qual começa a passar o vídeo:
Gente bonita que anda por aqui: estou na 30ª edição da revista Literalivre, desta vez com um conto originalmente publicado aqui no blog em 2019.
Confere meu texto “Sabores da noite passada” na página 80 da revista e compartilha o link com quem você conhecer.
A LiteraLivre é uma iniciativa muito bacana e editar revista não é nada fácil, com equipe ou sem equipe. Então, valorizemos quem faz (eu mesmo já tive vontade de fazer uma revista ou zine literário, mas só de pensar em separar, revisar, diagramar e distribuir me deu canseira).
Sexta e sábado passado rolou a primeira edição da Mostra Picuá de cinema e literatura, lá na Serra do Tepequém. Na segunda noite fiquei atualizando o feed do instagram oficial do evento procurando pelo resultado e nada. Fui dormir e o domingo chegou com alegrias: curti o aniversário de 70 anos de minha mãe, dona Neide, e amanheci com a notícia linda de que meus textos foram premiados.
Fiquei em segundo lugar na categoria Prosa, com o conto “Livro de Amor”, escrito em 2016/2017. Os atores do grupo Criart Teatral, dirigidos por Kaline Barroso, ficaram em primeiro lugar nas categorias performance Prosa e Poesia com “Livro de Amor” e “Medo, monstros e lama”, respectivamente.
A turma mereceu. Everton Alves,Julia Barroso, Felipe Medeiros, Kamylly Emanuelle e Luiza Danielle trabalharam pesado nas madrugadas ensaiando o conto e o poema. Fiquei feliz por eles e bem contente por mim. Não só pelo prêmio em dinheiro (mil reais que vão ajudar a fazer as estantes do escritório), mas pelo troféu que recebi, feito pelo artista Edinel Pereira com madeira de rio e uns cristais. Ficou bem show na prateleira aqui de casa.
Resultado geral, resumindo: fiquei com dois textos no e-book, o segundo lugar na categoria Prosa, mil reais e o troféu (inclusive, foi quando vi a peça que comecei a desejar muito ser um dos premiados).
Este final de semana será realizada a primeira edição da Mostra Picuá de Cinema e Literatura. Muita coisa vai rolar na Serra do Tepequém, inclusive a encenação de dois textos meus que foram selecionados pela curadoria e vão concorrer aos prêmios da mostra. O e-book com as obras foi liberado nesta quinta pela organização. Olha a capa:
Um dos textos é o poema “Medo, monstros e lama”, escrito em 2020. A interpretação será feita por Everton Alves e Julia Barroso. O conto “Livro de Amor” foi escrito em 2016 ou 2017 e será encenado pelos atores Felipe Medeiros , Kamylly Emanuelle e Luiza Danielle. Todos são da Cia. Criarte Teatral e serão dirigidos por Kaline Barroso. Desde que saiu o resultado eles estão ensaiando e este sábado será o grande dia.
A programação é esta:
Eu não vou pra mostra. Além de não confiar na resistência do meu velho carro para subir a serra, ainda estou em tratamento contra a gastrite e a esofagite e vivo limitado no que posso comer e beber. E viajar para um evento deste sem poder beliscar porcaria e dar um gole numa cerveja, pelo menos, não tem graça. Sem contar que ainda ando cabreiro, muito cabreiro, com a pandemia.