Domingo (25/01) fui para a minha primeira prova do ano.
Amanheceu nublado e gostoso. Bom para acordar às 3h30 e ir fazer 7 km na estrada de barro e areia molhada do haras, do outro lado do rio Branco.
Fui pensando em 42 minutos. Fiz em
37'47 pelo aplicativo. Gostei.
O resultado oficial não foi liberado
no dia por que deu a internet deu bug, conforma a organização avisou depois. Estou
postando na terça e ainda não se sabe quem ganhou nas categorias e quem ficou
nos TOP 100.
Voltando a falar da prova em si: apesar de
nublado, o que ajudou a não sofrer com o sol, a umidade deixou a prova um pouco
abafada na ida. Na volta foi vento contra, refrescando um pouco junto com a
água do copinho que jogava na cabeça a cada momento.
Não senti o calcanhar doer, só a dor
de todo dia no meio do pé. Botei no gelo ao chegar em casa. Na segunda
amanheceu com a dor normal de todo dia. As pernas pesaram pelo esforço. Correr
na piçarra é bom, mas suga.
Quase dei bobeira: não escutei a largada do povo dos 14 km e por pouco perco a dos 7 km. Por sorte decidi parar de aquecer e ir no pórtico perguntar o motivo de tanto atraso. Aí vi que estava já todo mundo posicionado e tentei não sair tão atrás, junto com o povo que sai filmando e sem pressa.
Deu meio certo e depois de atravessar
a lombada da cronometragem o jeito foi driblar geral para avançar logo.
É a falta de costume de ir participar
de provas. Outra mancada foi esquecer em casa os óculos de corrida.
Encontrei os amigos de meu grupo Desafiando Limites e outros, como o Silvio, a Mariane e a Meire.







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