Lancei ontem, 28 de maio de 2026, Sonhanças, meu nono livro, meu mais novo livro de poesias.
Sonhanças é uma soma de banzeiros. Cinco tipos de banzeiros, escreveu o pescador e jornalista Timóteo Camargo, prefaciador e responsável por colocá-los na ordem em que estão na obra.
Tem banzeiro suave, com uma pegada amazônica-tranquila-sem pressa. Tem banzeiro com balanço de desejo. O outro tipo é introspectivo. O quarto banzeiro é denso, feito de silêncios e cansaços. A quinta onda é puro desamor, continuidade, ambivalência e esperas.
Sonhanças. Inventei essa palavra para fechar e titular um dos poemas. Gosto dessa liberdade da escrita literária. Quem inventa poesia não liga para as normas da ABNT e afins.
Gostei também de conversar com quem apareceu por acaso, com quem apareceu para ver outras coisas e aproveitou para pegar o seu exemplar. Mas gostei mesmo de conversar com quem foi ao Teatro Jaber Xaud do Sesc Mecejana focado em ter um Sonhanças para si. Muito agradecido pelo carinho.
Sonhanças é dedicado aos meus filhos: a pequena libélula Lalai e meu menino grandão Edgarzinho. Também aos meus avós maternos: seu Edgar e dona Maria José. Pensando nos leitores, também lhes dediquei a obra, escrevendo assim: para todos aqueles que se fazem poesia no dia a dia.
Sonhemos e poetizemos sempre que possível.
Sejamos todos sonhanças.
Aproveitando, vejam esta entrevista com o Wirismar Ramos sobre o livro:





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